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16 January 2025
This review contains spoilers!
Uma estação especial esta sendo invadida pelos Sycorax que estão querendo ter acesso a um cofre que contém todas as amostras de sangue humano para assim então obterem o controle da raça humana. Os habitantes da estação são dependentes de medicamentos para controlar e evitar emoções indesejadas sendo sempre monitorados e orientados por uma inteligência artificial, um computador. Por mais que eu não seja um grande fã dos vilões, não há como negar que os Sycoraxs possui um design visual impressionante, então a decisão de torná-los um vilão de áudio ao meu ver não funcionou muito bem. Ainda mais da forma com eles foram inseridos na trama, bem jogados para escanteio estando inicialmente nos holofotes nos primeiros 20 minutos para depois se tornarem vilões de plano de fundo, após isso o áudio tenta desenvolver seus personagens secundários buscando com que o ouvinte se apegue a eles, mas sua narrativa é tão magra e monótona que acaba falhando miseravelmente. Toda a ideia de uma sociedade humana completamente dependente de remédios emocionalmente confusos é algo bem interessante e inteligente, no entanto, assim como a má aplicação dos Sycorax já comentada, a história acaba por não explorar essa ideia tão promissora e se dividindo em tentar conquistar o apego do ouvinte com seus personagens enquanto os Sycorax de plano de fundo querendo o acesso ao cofre, é tudo bem monótono sem apresentar nenhuma novidade ou nada de diferente. Enfim, não há nada de impressionante nessa história, é algo bem regular, mas não chega a ser algo descartável tendo em conta a ótima atuação (como sempre) do Sylvester McCoy que acaba salvando um pouco as coisas.
A special station is being invaded by the Sycorax who are trying to gain access to a vault that contains all the samples of human blood in order to then obtain control of the human race. The inhabitants of the station are dependent on medications to control and prevent unwanted emotions, being always monitored and guided by an artificial intelligence, a computer. Although I am not a big fan of the villains, there is no denying that the Sycorax have an impressive visual design, so the decision to make them an audio villain, in my view, didn't work very well. Even more so in the way they were introduced in the plot, they were initially in the spotlight for the first 20 minutes but then became background villains; after that, the audio attempts to develop its secondary characters, aiming for the listener to connect with them, but its narrative is so thin and monotonous that it ends up failing miserably. The whole idea of a human society completely dependent on emotionally confusing medications is quite interesting and intelligent; however, just like the poor implementation of the Sycorax already commented on, the story ends up not exploring this promising idea and is divided in trying to win the listener's attachment with its characters while the Sycorax as background villains wanting access to the vault, it's all very monotonous without presenting any novelty or anything different.
In conclusion, there is nothing impressive about this story; it's quite average, but it isn't something to be discarded considering the great performance (as always) of Sylvester McCoy, which ends up saving things a bit.
(Translation generated by AI, so mistakes are possible).
KnuppMello
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